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Autor Tema: Técnicas de reducción de letalidad en la acción policial  (Leído 781 veces)

Rachel Maitre

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El martes 29 de septiembre 2009, realizamos un chat
interesantísimo sobre la Técnicas de reducción de letalidad en la acción policial.
Fue moderado por Vitor Valle de la Policía Militar del Estado de Rio de Janeiro.



Lea el texto preparado por Vitor Valle para el Chat.

Vea también la síntesis del Chat.
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Natasha Leite

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Re:Técnicas de reducción de letalidad en la acción policial
« Respuesta #1 en: 08 Enero 2010, 17:18:56 »
À queima-roupa: entrevista com o secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro
O secretário de Estado de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, analisa os motivos e as vantagens da introdução de um novo tipo de armamento (1.500 carabinas CT-30 Taurus, calibre. 30M1) para as polícias Militar e Civil do estado e expõe as orientações políticas que guiaram essa compra. Segundo Beltrame, a intenção é oferecer aos agentes de polícia uma alternativa à utilização do fuzil de assalto para o patrulhamento nas zonas urbanas nas quais não seja necessário poder de fogo considerável. Não se trata, portanto, da substituição de um armamento por outro, mas de ampliar o leque de ferramentas para o exercício da função policial.
http://comunidadesegura.org.br/node/39886
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Administrador de La Red

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Re:Técnicas de reducción de letalidad en la acción policial
« Respuesta #2 en: 11 Enero 2010, 15:10:47 »
Comentado por Vitor Valle

“Só o fato dele não obedecer a sua ordem de parada não justifica o uso de arma de fogo e nem do cão, somente se ele tentar ou colocar em risco a vida dos policiais ou de terceiros, neste caso o emprego do cão está mais do que justificado... O exemplo disso foi um ataque a um DPO da PM no Município de Itaboraí (Região metropolitana do RJ), após os marginais fugiram para a mata, pois lá é uma região rural. Então fomos acionados e lá chegando, iniciamos as buscas (depois de traçar o plano de busca e realizar a vistoria de segurança). Depois de 1h30min os cães localizaram os 4 marginais e antes de sacarem as armas, os cães foram comandados para neutralizar aquela injusta agressão que iniciaria, do que conseguimos prender todos os marginais, isso tudo sem utilizar arma de fogo, ou seja, não disparamos um tiro sequer para localizar e prender todos os 4 marginais... Só para impedir a fuga, como você exemplificou, não justifica, assim como não justifica o uso de arma de fogo nessa situação...”
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jonas pereira

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Re:Técnicas de reducción de letalidad en la acción policial
« Respuesta #3 en: 12 Enero 2010, 11:17:04 »
Desde que conocí el trabajo de Vitor me llamo demasiado la atención la capacidad que los perros, cuando bien entrenados, pueden servir como armas menos letal que tienen muy buena precisión y eficácia. De esta forma apenas juego y espero que nuesetros gobernantes lo tengan eso en cuenta, una vez que se les visiblidad por el hecho de premio "Polícia Cidadã" y otros sucesos quehan pasado contemporaneamente. Y que en casos como del hombre que tuvo la cabeza explotada por un tiro (Tijuca, Rio de Janeiro - BR) mientras tenía un artefacto explosivo y una rehén en sus manos, pudiera ter también otro final!
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Robertinha Correa

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Re:Técnicas de reducción de letalidad en la acción policial
« Respuesta #4 en: 14 Enero 2010, 14:34:02 »
Redução da letalidade


Certamente a redução da letalidade da atividade policial é um dos principais desafios para todas as polícias da América Latina, tendo em vista que os índices latino-americanos de mortalidade em ações de agentes da lei encontram-se em patamares bem superiores a de diversos países da Europa e EUA.
Não julgo haver uma única forma de enfrentamento do alto grau de letalidade de nossas polícias. É preciso imaginar pelo menos um conjunto de fatores, que vão desde treinamento, até maior racionalização do expediente policial, interfira neste fenômeno.
É importante que os governos (seja a federação, seja o governo local) estejam comprometidos com estratégias de redução da letalidade, o que pode se manifestar tanto pela aquisição de equipamentos adequados para o policiamento ostensivo (no Brasil, por exemplo, inexplicavelmente o patrulhamento ostensivo em meio urbano é feito com Fuzis) até o investimento em aquisição e treinamento com “armamentos menos letais”.
Mas para além de aspectos instrumentais, como equipamentos e carga horária, é preciso que exista uma maior preocupação com o perfil psicológico e com as condições emocionais do profissional de polícia. A cultura da violência é um elemento que encontra forte penetração em sociedades autoritárias, hierarquizadas e masculinizadas.
A tríade violência física/masculinidade/arma de fogo precisa ser reavaliada como traço “natural” de nossas sociedades. Torna-se imperativo um maior investimento no profissional policial, de maneira a possibilitar condições psicológicas/emocionais de desempenhar seu trabalho com segurança.             
   
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